O apartamento

Março 2, 2009

 Saimos do aeroporto de Vancouver com nossa mini van alugada para podermos transportar nossas 6 malas. Nao foi dificil chegar ao apartamento que alugamos. Era basicamente uma grande reta, uma entrada a esquerda, uma a direita e seguir em frente.

 Chegamos ao apartamento depois de pegar as chaves que a proprietaria deixou com o porteiro. Gostamos do apartamento. Tudo bem arrumado e com uma vista bem legal.

 O primeiro problema a que nos deparamos foi a agua do banheiro. Tentamos abrir a torneira da pia e nao conseguimos. O mesmo aconteceu com a torneira do chuveiro. Na pia da cozinha havia agua. Entao comecamos a procurar algum registro de agua. Nao havia nenhum. Tentei ligar para a proprietaria (que tinha combinado de nos encontrar as 19hs, ainda era meio dia) e caia na secretaria eletronica.

 Depois de algum tempo, tentei novamente abrir a torneira. Sem sucesso. Decidimos entao sair para almocar. Mas uma vez mais tentei abrir a torneira. Dessa vez consegui. Antes estavamos tentando gira-la. O certo era puxa-la.

 

 

Vancouver pela janela do apartamento

Vancouver pela janela do apartamento

 

 

 

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Imigração em Toronto

Março 2, 2009

Descemos em Toronto com o céu ainda escuro. A imigração com o que eles chamam de landing seria ali.

Passamos primeiro pelo atendente que todos os estrangeiros passam. Mostramos toda a documentação. Ele nos fez algumas perguntas de praxe, nos deu boas vindas e nos indicou uma sala para onde faríamos a validação da papelada.

Um outro cara nos atendeu (como diz a Luiza, parecia coisa de filme). Perguntou quanto de dinheiro tínhamos, nosso endereço e pediu que nos sentássemos e esperássemos. Sentamos e esperamos.

Porque tínhamos que esperar? Será que daria tudo certo? Será que apareceria algum problema e mandariam a gente de volta?

Cinco minutos depois nos chamou. Deu o papel com a validação da nossa entrada no país e nos deu boas vindas.

Agora era a vez de pegar as malas. O carrinho para carregá-las custava 2 dólares canadenses. A menor nota que tínhamos era de 50. E agora?

Deixamos isso de lado, continuamos preocupados, mas fui pegar as malas, coisa que cabia ao mim devido ao tamanho e ao peso delas. Passou a primeira. Peguei! Aí apareceu um indiano oferecendo os serviços para carregar as malas. Não entendi muito bem o que ele falou e a Luiza me gritou: nossa mala!

Corri para pegar a mala e o indiano sumiu. Mais uma mala. E outra. Uma passou enquanto pegava outra. Quando peguei as 6, minha mulher me esperava com dois carrinhos que pagou com cartão de crédito.

Depois ainda passamos por uma atendente que perguntava sobre o que carregávamos nas malas. Respondemos que estava tudo certo, que não levávamos alimentos e nada que não pudesse entrar. A moça simplesmente acreditou no que a gente falou e nos liberou.

 


O vôo para Toronto

Março 1, 2009

Bom, um dos bebês sentou na fileira da frente. Mas o bebê era bonitinho, sorridente. E não atrapalhou em nada nosso sono. Chorou umas duas vezes que não chegaram a durar um minuto. A mãe pegava e ele parava.

Teve uma outra criança que atrapalhou a todos. Estava longe da gente, mas parecia que não. Fazia uma manha tão grande que uma hora alguém deu um grito: Cala a boca!

Tirando isso, o vôo foi bem tranqüilo. Na Air Canadá cada um tem seu visor e pode escolher o filme ou programa para assistir. Vi dois filmes: Nick and Norah’s infinite playlist e Eagle Eye.


O embarque 3 – ainda São Paulo

Março 1, 2009

Na espera em São Paulo, vimos algumas crianças e bebês na área de embarque. Coisa que assusta um pouco num vôo de 10 horas.

Tinha também uma senhora que sentou a uma cadeira de nós querendo puxar papo porque era a primeira vez que viajava sozinha, não falava uma palavra de inglês, nem de frances, e estava indo para Quebec visitar o filho. Chata… conseguimos que ela parasse de falar com a gente. Aí sentou um garoto ao lado dela. Ia estudar inglês no Canadá. Ela conseguiu encher a paciência dele. Uns dez minutos depois, ele foi dar uma volta pelo aeroporto.

Depois foi a vez de uma moça sentar ali. De novo a mesma ladainha. Mas essa tinha mais paciência. Era bailarina em Pequim. E ficaram de papo até a hora do embarque.


O embarque 2 – São Paulo

Fevereiro 28, 2009

Chegamos rapidamente em São Paulo. Achamos que ficaríamos em trânsito dentro do setor de embarque.

O funcionário da TAM nos disse para sair e fazer novo check in. Mas e as malas? As malas estão embarcadas até Vancouver. Será mesmo?

Bom, saímos e procuramos o balcão da Air Canadá para fazer logo de uma vez o check in. Fomos até o final do terminal onde estaria o balcão. Mas não havia nenhum. Tinha LAN, TAP, Taca, mas nada da flor vermelha.

O que teria acontecido? Perguntamos e descobrimos que o balcão da Taca se transformaria em Air Canadá depois das 17h30. Ainda eram quatro e pouco. Fomos passear na livraria.

Meia hora depois voltamos. Já havia uma fila de umas 20 pessoas. É incrível como brasileiro adora uma fila. O vôo seria só as 21h30. Pra quê tanta fila?

Já que somos brasileiros, entramos na fila. Mais meia hora de espera e os trabalhos começaram. Entramos e esperamos o embarque.